https://revista2.grupointegrado.br/revista/index.php/integrar/issue/feed Integrar - Revista Acadêmica 2026-06-03T08:43:24-03:00 Francielle Baptista pesquisa@grupointegrado.br Open Journal Systems <p>Integrar é um periódico multidisciplinar de publicação contínua editorado pelo Centro Universitário Integrado, destinado à publicação de artigos originais produzidos por acadêmicos e professores vinculados à programas de iniciação científica, ensino e extensão universitária.</p> https://revista2.grupointegrado.br/revista/index.php/integrar/article/view/4086 Diagnóstico por imagem das desordens temporomandibulares: comparação entre diferentes métodos e aplicabilidade clínica 2026-05-01T09:33:52-03:00 Maria Fernanda Simão Valente mariafernandasimaovalente@gmail.com Maria Eduarda Paterno de Lima mariaeduarda_paternodelima@hotmail.com Marisa Lupes Rodrigues marisa.lupes@grupointegrado.br Manuel da Fonseca Rodrigues manuel.rodrigues@grupointegrado.br <p style="text-align: justify;">As desordens temporomandibulares constituem um conjunto de alterações que envolvem a articulação temporomandibular, os músculos mastigatórios e estruturas associadas, sendo consideradas de etiologia multifatorial e com impacto significativo na função e qualidade de vida dos pacientes. O presente estudo trata-se de uma revisão integrativa da literatura, cujo objetivo foi analisar e comparar os diferentes métodos de imagem utilizados no diagnóstico dessas desordens, destacando suas indicações, limitações e aplicabilidade clínica. A pesquisa foi realizada nas bases de dados PubMed, SciELO e Biblioteca Virtual em Saúde, incluindo publicações no período de 1985 a 2025, nos idiomas português e inglês. Foram incluídos estudos disponíveis na íntegra que abordassem a utilização de exames de imagem na avaliação da articulação temporomandibular, sendo os dados analisados de forma descritiva e comparativa. Os resultados evidenciaram que as radiografias convencionais, como a transcraniana e a transfacial, apresentam aplicabilidade em avaliações iniciais devido à sua acessibilidade e baixo custo, embora possuam limitações inerentes à natureza bidimensional. A tomografia computadorizada de feixe cônico demonstrou maior acurácia na análise das estruturas ósseas, enquanto a ressonância magnética destacou- se na avaliação dos tecidos moles e alterações funcionais. Conclui-se que não existe um método único capaz de atender a todas as demandas diagnósticas, sendo essencial a escolha individualizada do exame, associada à avaliação clínica, para maior precisão diagnóstica.</p> 2026-05-05T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 https://revista2.grupointegrado.br/revista/index.php/integrar/article/view/4101 Análise comparativa da redução microbiana em canais radiculares instrumentados com limas Prodesign M® e Reciproc® contaminados por Enterococcus faecalis: estudo in vitro 2026-06-03T08:43:24-03:00 Maria Eduarda Paterno de Lima maria.paterno@grupointegrado.br Maria Eliza Schulhan de Paula mariaelizaschulhan@gmail.com Emilly Cirilo dos Santos emillycirilo03@gmail.com Paula Paula Assis Queiroz paula.queiroz@grupointegrado.br Saulo Ancelmo de Souza Júnior saulo.souza@grupointegrado.br Thamara Costa dos Santos Maluf thamaracostadossantos@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">A endodontia tem como principal finalidade a eliminação de microrganismos do sistema de canais radiculares e a prevenção de infecções de repetição, sendo a instrumentação associada à irrigação fatores essenciais para o sucesso do tratamento. Nesse contexto, a evolução das técnicas e dos instrumentos endodônticos, especialmente com a introdução de sistemas mecanizados, tem proporcionado maior eficiência na limpeza e modelagem dos canais. Assim, o presente estudo buscou comparar a eficácia de dois sistemas de instrumentação endodôntica — limas manuais ProDesign M</span><span style="font-weight: 400;">®</span><span style="font-weight: 400;"> e limas reciprocantes Reciproc</span><span style="font-weight: 400;">®</span><span style="font-weight: 400;"> — na redução microbiana do sistema de canais radiculares contaminados com </span><em><span style="font-weight: 400;">Enterococcus faecalis</span></em><span style="font-weight: 400;">. Trata-se de uma pesquisa experimental, laboratorial, do tipo </span><em><span style="font-weight: 400;">in vitro</span></em><span style="font-weight: 400;">, com abordagem quantitativa e caráter comparativo, realizada com dentes humanos extraídos, previamente esterilizados e contaminados em condições controladas. As amostras foram distribuídas em grupos experimentais e controle, sendo submetidas à instrumentação conforme o sistema proposto. Após o preparo dos canais, realizou-se a coleta microbiológica por meio da técnica de semeadura em placas de ágar sangue, seguida de incubação e contagem das Unidades Formadoras de Colônia (UFC). Os resultados demonstraram redução significativa da carga bacteriana nos grupos instrumentados em comparação ao controle positivo, porém sem diferença estatisticamente significativa entre os sistemas avaliados (p &gt; 0,05). Conclui-se que ambos os métodos apresentam eficácia semelhante na desinfecção dos canais radiculares, ressaltando a importância da associação com soluções irrigadoras para potencializar a redução microbiana.</span></p> 2026-06-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 https://revista2.grupointegrado.br/revista/index.php/integrar/article/view/4035 A coleta de perfil genético de materiais descartados e a nova legislação penal: Uma análise dos limites do devido processo legal e da autoincriminação na fase de custódia 2026-01-06T23:29:13-03:00 Ronaldo De Almeida Laurintino ronaldolaurintino@icloud.com <p class="TextoResumo"><span style="font-size: 10.0pt; line-height: 107%;">O presente artigo analisa a constitucionalidade e os limites ético-jurídicos da coleta de material genético (DNA) a partir de objetos descartados pelo investigado, à luz do princípio do devido processo legal e da vedação à autoincriminação (nemo tenetur se detegere). O estudo perpassa a evolução legislativa brasileira, desde a Lei nº 12.654/2012, passando pelo Pacote Anticrime (Lei nº 13.964/2019), até culminar na recente Lei nº 15.272, de 26 de novembro de 2025. Esta última legislação alterou dispositivos do Código de Processo Penal referentes à audiência de custódia, estabelecendo novos filtros de legalidade para a extração de DNA. Discute-se a tensão entre a eficiência persecutória e a proteção da intimidade genética, examinando como a nova lei visa coibir a obtenção sorrateira de material biológico (a chamada "armadilha do copo d'água") sem controle jurisdicional prévio. Conclui-se que a Lei 15.272/2025 representa um avanço garantista necessário, impondo o controle judicial imediato sobre o corpo do custodiado e seus dados sensíveis.</span></p> 2026-01-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026