NITRIC OXIDE MODULATING THE IMMUNE RESPONSE

Wander Rogerio Pavanelli

Resumo


ABSTRACTThe signalling process by which nitric oxide (NO) acts in diverse cells is extremely complex and indirect. This process performs by generating reactive nitrogen oxide species that chemically modify enzymes, signalling proteins and transcription factors. Sometimes, immune interventions use as a strategic target the inducible nitric oxide synthase enzyme (iNOS) function that proceeds as a key mediator by inhibiting tissue damage observed in inflammatory diseases. In this way, excessive NO is necessary to limit destructive Th1 response and to favor Th2 response (immunomodulatory). In this case, the regulatory role of iNOS exceeds its cytotoxic function. Inhibition will exacerbate rather than suppress the disease. The role of NO might be different in early or late disease stages. For a given cell, the response to NO will depend on its reactivity state, microenvironment and tissue type. Therefore, Th1/Th2 balance influenced by NO has become normal apparent at a diverse population of immune cells. The two constitutively expressed isoforms (NOS-I and NOS-II), may also be up-regulated by immune response to release substantial amounts of NO. However, the contribution of these sources of NO production to immunoregulation in chronic immune responses remains to be shown. Thus, in vivo studies, mainly in humans, are necessary. In fact, new studies about mechanisms of action of NO in target molecules and cells are necessary for comprehending its role in infection and immunological diseases..

RESUMOO processo de sinalização através dos qual o óxido nítrico (NO) atua em diversas células é extremamente complexo e indireto, agindo através da geração de espécie reativa de oxigênio, quimicamente modificando enzimas, sinalização de proteínas e fatores de transcrição. Algumas vezes, intervenções imune usam como estratégia-alvo a função da enzima óxido nítrico sintase induzível (iNOS), um mediador para inibir os danos provocados no tecido em doenças inflamatórias. Por esta via uma quantidade excessiva de NO é necessária para limitar o efeito destrutivo da resposta Th1 e favorecer a resposta Th2 (imunomoduladora). Neste caso o papel regulador da iNOS excede a função citotóxica, de forma que a inibição da iNOS pode exacerbar a supressão da doença. O papel do NO pode ser distinto nos estágios iniciais e tardios das doenças. Para uma determinada célula, a resposta do NO pode depender do estado de reatividade, do micro ambiente e tipo de tecido. Portanto o balanço entre Th1 e Th2 influenciado por NO tornou-se aparentemente normal em diversas células. As duas isoformas expressas constitutivamente (NOS-I e NOS-II) podem também serem reguladas pelas reposta imune para liberar NO. Contudo, a contribuição destas fontes de NO para a imunoregulação de resposta imune crônica permanece desconhecida. Desta forma, parece ser considerável o papel do NO em estudos in vivo, principalmente em humanos. De fato, são necessários novos estudos sobre o mecanismo de ação do NO em moléculas alvos e células para compreender seu papel nas infecções e doenças imunológicas.

Palavras-chave


nitric oxide (NO), immune response Th1/Th2, immuregulation

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